O Papa Francisco é aguardado por milhões de fiéis no Brasil


Diocese de Patos vive as alegrias da Semana Missionária A Diocese de Patos Celebra e vive as alegrias da Semana Missionária, em preparação à Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá de 23 a 28 de Julho no Rio de Janeiro, com a presença do Santo Padre, o Papa Francisco. Leia mais...

O novo Bispo

Uma só Igreja, uma só Fé!!!

Dom Eraldo Bispo da Silva, eleito 4º Pastor da Igreja particular de Patos por sua Santidade Bento XVI, após sua posse no próximo sábado (16), receberá a imprensa credenciada na segunda-feira, (18 ) no Salão São Paulo da Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Guia.
Na ocasião, antes de responder às perguntas dos profissionais presentes, o novo bispo falará sobre a renúncia do Santo Padre “como uma renúncia de amor e humildade do Papa pela Igreja”.
 Dom Eraldo deve avaliar as solenidades de sua posse e expressar suas expectativas para o pastoreio nesta Diocese.
O novo Bispo ainda falará sobre a importância da comunicação pastoral unida à imprensa profissional na propagação de informações úteis e indispensáveis ao desenvolvimento integral do ser humano religioso ou não.
Fonte: Aqui

O que está por trás da renúncia do Papa Bento XVI?


Que a mídia secular não é o melhor meio para se informar a respeito da Igreja Católica, isso não é novidade. Basta fazer uma rápida leitura nas manchetes dos principais jornais do país a respeito da renúncia do Papa Bento XVI para se ter a certeza de que o amadorismo reina nessas aclamadas agências de notícias. No entanto, acreditar na simples inocência desses senhores e cobri-los com um véu de caridade por seus comentários maldosos e, muitas vezes, insultuosos não seria honesto. É necessário compreender muito bem que muitos desses veículos estão ardorosamente comprometidos com a desinformação e com os princípios contrários à reta moral defendida pela Igreja. Daí a quantidade de sandices que surgiram na mídia nos últimos dias.
Logo após o anúncio da decisão do Santo Padre, publicou-se na imprensa do mundo todo que a ação de Bento XVI causaria uma "revolução" sem precedentes na doutrina da Igreja. Uma atrapalhada correspondente de uma emissora brasileira afirmou que a renúncia do papa abriria caminho para as "reformas" do Concílio Vaticano II e que isso daria mais poderes aos bispos. Já outros declaravam que os recentes fatos colocavam em xeque o dogma da "Infalibilidade Papal", proclamado pelo Concílio Vaticano I. Nada mais fantasioso.
É verdade que uma renúncia tal qual a de Bento XVI nunca houve na história da Igreja. A última resignação de um papa aconteceu ainda na Idade Média e em circunstâncias bem diversas. Todavia, isso não significa que o Papa Ratzinger tenha modificado ou inventado qualquer novo dogma ou lei eclesiástica. O direito à renúncia do ministério petrino já estava previsto no Código do Direito Canônico, promulgado pelo Beato João Paulo II em 1983. Portanto, de modo livre e consciente - como explicou no seu discurso - Bento XVI apenas fez uso de um direito que a lei canônica lhe dava e nada nos autoriza a pensar que fora diferente. Usar desse pretexto para fazer afirmações tacanhas sobre dogmas e reformas na Igreja é simplesmente ridículo. Quem faz esses comentários carece de profundos conhecimentos sobre a doutrina católica, sobretudo a expressa no Concílio Vaticano II.
Outros comentaristas foram mais longe nas especulações e atestaram que a renúncia do Papa devia-se às pressões internas que ele sofria por seu perfil tradicionalista e conservador. Além disso, as crises pelos escândalos de pedofilia e vazamentos de documentos internos também teriam pesado na decisão. Não obstante, quem conhece o pensamento de Bento XVI sabe que ele jamais tomaria essa decisão se estivesse em meio a uma crise ou situação que exigisse uma particular solicitude pastoral. E isso ficou muito bem expresso na sua entrevista com o jornalista Peter Seewald - publicada no livro Luz do Mundo - na qual o Papa explica que em momentos de dificuldades, não é possível demitir-se e passar o problema para as mãos de outro.
Mas de todas as notícias veiculadas por esses jornais, certamente as mais esdrúxulas foram as que fizeram referência às antigas "profecias" apocalípiticas que prediziam o fim da Igreja Católica. Numa dessas reportagens, um notório jornal do Brasil dizia: "O anúncio da renúncia do papa Bento 16 fez relembrar a famosa "Profecia de São Malaquias", que anuncia o fim da Igreja e do mundo". É curioso notar o repentino surto de fé desses reconhecidos laicistas logo em teorias que proclamam o fim da Igreja. Isso tem muito a dizer a respeito deles e de suas intenções.
Por fim, também não faltaram os especialistas de plantão e teólogos liberais chamados pelas bancadas dos principais jornais do país para pedir a eleição de um papa "mais aberto". Segundo esses doutos senhores, a Igreja deveria ceder em assuntos morais, permitindo o uso da camisinha, do aborto e casamento gay para conter o êxodo de fiéis para as seitas protestantes. A essas pretensões deve-se responder claramente: A Igreja jamais permitirá aquilo que vai contra a vontade de Deus e nenhum Papa tem o poder de modificar isso. A doutrina católica é imutável. Ademais, os fiéis jovens da Igreja têm se mostrado cada vez mais conservadores e avessos à moral liberal. Inovações liberais para atrair fiéis nunca deram certo e os bancos vazios da Igreja Anglicana são a maior prova disso.
O comportamento vil da mídia secular leva-nos a fazer sérios questionamentos sobre a credibilidade e idoneidade dos chefes de redações que compõem as mesas desses jornais. Das duas, uma: ou esses senhores carecem de formação adequada e por isso seus textos são recheados de ignorâncias e nonsenses, ou então, esses doutos jornalistas têm um sério compromisso com a desinformação e a manipulação dos fatos, algo que está diametralmente oposto ao Código de Ética do Jornalismo. Se fôssemos seguir a cartilha desses órgãos de imprensa, hoje seríamos obrigados a crer que Bento XVI liberou a camisinha, excomungou o boi e o jumento do presépio, acobertou padres pedófilos e mais uma série de disparates que uma simples leitura correta dos fatos seria o suficiente para derrubar a mentira.
Na sua mensagem para o Dia Mundial da Comunicação de 2008, o Papa Bento XVI alertou para os riscos de uma mídia que não está comprometida com a reta informação. "Constata-se, por exemplo, que em certos casos as mídias são utilizadas, não para um correcto serviço de informação, mas para «criar» os próprios acontecimentos", denunciou o Santo Padre. Bento XVI assinalou que os meios de comunicação devem estar ordenados para a busca da verdade e a sua partilha. Pelo jeito, a imprensa secular ainda tem muito a aprender com o Santo Padre.
Fonte: Aqui

Gênesis 1, 28

Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.

A vida do Padre Luciano

A vida do Padre Luciano em Roma


O patoense Luciano Morais vive em Roma há sete anos, onde é padre e prepara seu doutorado sobre a obra de Dom Helder Câmara e deverá concluí-lo ainda este ano. “No mais tardar concluo minha tese em fevereiro de 2013. Estou escrevendo sobre a Eclesiologia de Dom Helder Câmara e o seu protagonismo durante o Concilio Vaticano II, tudo isso a partir de sua opção por uma verdadeira reforma na Igreja, desde a questão social dos pobres, que, excluídos num mundo dos ricos, com seu apoio buscaram novos caminhos”, justifica ele.



Padre Luciano vive em Roma em um prédio onde vivem seis outros padres, todos com profundos estudos referentes às grandes temáticas da igreja, e hoje ele é familiarizado com a Itália e com a vida romana. Luciano é uma espécie de guia turístico para cada patoense que visita a cidade eterna, onde mostra os pontos conhecidos da cidade e explica minuciosamente cada coisa. “Tenho muitos amigos aqui e adquiri muita experiência de vida, porém sempre desejei voltar para minha casa, morar com meus pais e minha família de sangue e à minha Diocese, mas gosto também da Itália e considero minha segunda pátria”, justifica. Fonte, leia mais

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